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domingo, 10 de maio de 2015

As amizades e cenas


Porque este deve ser um tema bastante recorrente na vida de qualquer pessoa deste planeta (de certeza absoluta) porque afinal, somos todos humanos e como tal, seres sociais nós querendo ou não, muito ou pouco, ao longo da nossa vida nos vamos cruzando com outras pessoas acabando por as conhecer e por aí adiante, elas vão ficando ou simplesmente se vão. Ao longo do percurso de vida de cada um de nós, há sempre aqueles que nos marcam, negativamente ou positivamente ou simplesmente são as pessoas a que costumo chamar de "neutras" porque são as pessoas que passaram pela nossa vida mas que simplesmente não nos marcaram em nada.. são as típicas pessoas do olá e adeus e mais nada, até que certo ponto, na grande maioria das vezes, acabam por se tornar pessoas estranhas, desconhecidas novamente. Acabando uns por ficar pelo caminho, saem da nossa vida por várias razões possíveis  e outros que permanecem na nossa vida. 

Inevitavelmente, também eu tenho as "pessoas da minha vida". Pessoas essas que passaram pela minha vida de uma maneira ou de outra e que se podem dividir sumariamente por: aquelas que permanecem e as que saem da minha vida, seja por opção minha ou da própria pessoa. 

Tudo isto para dizer que lamento que as pessoas simplesmente decidam deixar de nos falar, que as pessoas deixem de se querer dar connosco sem motivo nenhum, sem nada ter acontecido para isso acontecer... 
O meu tempo de secundário não foi a melhor coisa do Mundo, bem longe disso até. Muito resumidamente, posso dizer-vos que a minha turma era uma espécie de grupo grande de desconhecidos, completamente. Esse grupo grande constituía-se por grupos "sociais" pequenos... Ora, até agora nada de novo, correcto? Até porque pelo que sei é plenamente normal este tipo de situações em tudo o que é escolas primárias, básicas ou até mesmo secundárias (viva o ensino superior!)..
O problema não era bem esse, era por ser tudo regido à base das aparências, do tipo de pessoas que eram socialmente aceites nesses grupos. Os cochichos uns com os outros, os dramas, as personalidades estúpidas e reduzidas de alguns e inevitavelmente, podiam-se contar pelos dedos de uma mão as pessoas que realmente prestavam. Acreditem, numa turma de 20 e tal alunos safavam-se 3 ou 4, not kidding....

Curiosamente, esses únicos seres que realmente prestavam, que se podiam contar pelos dedos de uma mão são os que se mantém até hoje, curioso não? Foi durante o meu secundário que fiz as minhas duas melhores amizades. São as minhas melhores amigas até hoje. O que tem ocorrido ao longo destes anos, é que mesmo até as pessoas com quem falávamos mais ao menos, até essas hoje são capazes de fingir que não nos conhecem na rua.

A razão deste meu texto enorme é pura e simplesmente esta situação, referida acima. Para quê? Porque é que fazem isso? Apesar da turma não ter sido perfeita em tempo algum, não creio que haja necessidade das pessoas simplesmente fingirem que não se conhecem, certo?

Um à parte e para concluir este "testamento", curiosamente estas mesmas pessoas que nos fazem isto são as mesmas que estão todas contentes e aptas a marcar um jantar de turma para todos nós, muito amiguinhos *cof cof* nos reencontrarmos porque gostamos todos uns dos outros e realmente nos importamos com as pessoas... *gargalhada* 

É pá, a sério?? Sim, isto é real. 

E depois há aquelas pessoas com quem tentas entrar em contacto via Internet. porque pessoalmente não é possível e nem sequer aceitam o teu pedido de amizade e depois também há aquelas que só te querem adicionar para andar a coscuvilhar a tua vida inteira mas na rua fingem que não te vêem.

Isto podia dar aqui uma autêntica telenovela mexicana mas sinceramente, não merece a pena,

C.C

Um comentário:

  1. Já tive situações na minha vida assim no passado e sinceramente todos aqueles que fingiram que não me conheceram, morreram para mim...
    enfim caga nisso.

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C.C